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No que cremos

Somos evangélicos, ou protestantes, ou o povo da cruz, ou o povo da Bíblia, mas acima de tudo, somos cristãos. O blog "A Luz do Evangelho" nasceu...

1. Deus: Cremos em um só Deus, que se manifesta em três pessoas igualmente divinas: Pai, Filho e Espírito Santo...

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OS TEMPLOS DE DEUS

27.12.2016

O termo "templo" vem do latim "templum" e significa "local sagrado". Refere-se geralmente a uma estrutura arquitetônica dedicada à habitação de Deus e ao serviço religioso. Hoje é muito comum ouvirmos que "o Templo de Deus somos nós", pois já recebemos o Consolador, mas isso não anula as profecias que dizem que Deus ainda terá um Templo físico (Ezequiel 40-47).

 

A Bíblia nos conta que o Deus de Abraão, Isaque e Israel separou um povo para si, e a partir deste povo todas as nações da terra seriam benditas (Gênesis 22:18), nessa descendência encontramos Moisés, e através dele Deus conduz a nação de Israel a uma nova jornada que inclui a construção do primeiro Templo à Yahweh.

 

 

O Tabernáculo (Êxodo 36-40)

Deus se revela a Moisés no Monte Sinai, lá Ele institui Seus mandamentos, ensina Sua forma de culto, mostra como deverá ser o Seu Templo, assim chegamos a primeira habitação terrena dedicada ao Deus Vivo, chamado de Tabernáculo ou Tenda da Congregação.

 

A importância desse Templo é muito bem expressa por Witsius, que declara: "Deus criou o mundo inteiro em seis dias, mas Ele usou 40 dias para instruir Moisés sobre o Tabernáculo. Pouco mais de um capítulo foi necessário para descrever a estrutura do mundo, mas seis foram usados para o Tabernáculo."

 

O Tabernáculo representaria a habitação de Deus no meio do povo, literalmente no meio, pois o Tabernáculo ficava posicionado no centro e as tribos eram postas a sua volta. Assim, o Deus Vivo e Santo habitava, ainda que separado por um espesso véu, no meio do seu povo. Lá era o lugar para que todos se congregassem à Ele e vissem a Sua glória.

Todos os itens foram detalhadamente estipulados por Deus quanto a seus moldes, medidas, cores, materiais... Até mesmo o posicionamento dos itens foi bem enfatizado, com o lado oriental ("o lado do sol nascente", "o leste", "lado direito", "a destra") recebendo o lugar de honra.

 

Cada item respeitava uma hierarquia representada pelo elemento do qual era feito (ouro, prata e bronze) ou por suas cores. Os itens eram posicionados de acordo com a figura ao lado. De baixo para cima temos:

 

1) No pátio:

  • O altar de sacrifício: Ficava na área externa, lá os sacrifícios eram realizados. Era a primeira coisa que se via ao entrar no Tabernáculo. Lembra claramente o sacrifício de Cristo, o verdadeiro cordeiro sem mancha (pecado), realizado na área externa de Jerusalém.

  • A pia: Também na área externa, era o segundo item a ser visto no pátio. Era usada para que os sacerdotes se lavassem após os sacrifícios e antes de entrar no Santo Lugar. Nos lembra claramente o batismo nas águas, que representa a morte do velho homem ou a limpeza dos pecados e o nascimento de um novo homem agora santificado.

 

2) No Santo Lugar:

  • O candelabro: Ficava em uma área interna, do lado esquerdo do sacerdote. No Santo Lugar não havia nenhuma entrada de luz, então a única iluminação que havia vinha do candelabro ("menorah" em hebraico). Somente o sumo sacerdote podia trocar o óleo que mantinha as sete hastes do candelabro acessas. No livro de Apocalipse encontramos sete castiçais de ouro, representando as sete igrejas (Apocalipse 1:20), além disso, Jesus, nosso eterno sumo sacerdote, claramente disse ser a luz do mundo, que está em trevas (João 8:12)

  • A mesa dos pães: Também na área interna, este do lado direito do sacerdote, com doze pães sem fermento. Cada pão representando uma das tribos de Israel. Jesus se referiu a Ele mesmo como o Pão da Vida (João 6:35).

  • O altar do incenso: Ficava em uma área interna, era o último elemento do Santo Lugar, a frente do véu que fazia a separação entre o Santo Lugar e o Santo dos Santos. Lá o incenso feito exclusivamente para este fim era queimado ao Senhor após a oferta de pecados e em seus chifres eram aspergidos o sangue da oferta pelo pecado. O incenso produzia um delicioso aroma no Santo Lugar. Jesus foi a nossa oferta de sangue, o único que nos levaria ao Pai, rasgando o véu que fazia a separação (João 14:6; Marcos 15:37,38).

  • O véu: Ficava em uma área interna e fazia a separação entre o Santo Lugar e o Santo dos Santos, representando a separação entre o homem e Deus, causada pelo pecado. O véu não podia ser tocado, exceto pelo sumo sacerdote, somente uma vez por ano, no Yom Kippur, para aspergir o sangue sacrificial no propiciatório no dia da expiação, com cabeça curvada, pés descalços, e sinos, pois caso entrasse indignamente era fulminado. Cristo rasgou o véu que fazia a separação entre Deus e o homem, nos levando novamente ao Pai (Hebreus 10:19-22).

 

3) No Santo dos Santos:

  • A arca da aliança: Ficava em uma área interna atrás do véu, a área mais sagrada do Tabernáculo. Era uma espécie de baú feito em madeira, coberto por ouro. Dentro da arca havia as tábuas com os dez mandamentos, e próximo a ela ou dentro dela (não se sabe ao certo), um pote com maná e a vara de Arão (Êxodo 16: 33,34; Números 17:10; 1 Reis 8:9; 2 Crônicas 5:10; Hebreus 9:4). A arca também aponta para Cristo: A madeira de Acácia representa a humanidade, o ouro puro representa a divindade; As tábuas de pedra em seu interior representam o cumprimento da Lei na pessoa de Cristo; A vara de Arão que floresceu, fala do Jesus que havia morrido e sobrenaturalmente voltou à vida; O pote com o maná fala de Jesus como o Pão da Vida - a Palavra de Deus - que desceu do céu para alimentar o mundo que morria de fome.

  • O propiciatório: Era a tampa da arca, feita em ouro sólido, com dois querubins de ouro batido um de frente para o outro, com suas asas cobrindo totalmente a tampa. O propiciatório era o lugar onde o sangue do sacrifício era aspergido na presença de Yahweh. Cristo, pelo derramamento do seu próprio sangue expiou nossos pecados, fazendo assim a reconciliação entre o homem e Deus (1João 2:2; Hebreus 9:11-12).

 

Uma vez que Israel tomou posse da terra de Canaã, não havia mais a necessidade de um Templo portátil, então Josué fixou o Tabernáculo em Siló (Josué 18:1). A arca do Senhor foi usada anos depois pelos israelitas que lutaram contra os filisteus, onde acabou capturada. Depois de repetidos "problemas" causados pela presença da arca, os filisteus a mandaram de volta à Israel, onde permaneceu vinte anos em Quiriate-Jearim (1 Samuel 6):21-7:2), até que Davi decide levá-la para Jerusalém, a uma tenda feita por ele (2 Samuel 6,7). Lá Davi se da conta de que ele morava em uma belo palácio, mas a arca de Deus habitava entre cortinas e isso desperta nele o desejo de construir um Templo digno para a arca do Senhor.

 

 

O Templo de Salomão (1 Crônicas 17; 22-29; 2 Crônicas 2-7) 

Davi claramente desejava construir um Templo à Yahweh, e Deus de fato permitiria sua construção, mas este não seria construído por Davi, que era homem de guerra, mas por sua descendência, Salomão, um homem de paz. Apesar de Deus não ter permitido que Davi construísse o Templo, ele ainda sim não mediu esforços para ajudar nesse propósito, e reuniu os materiais necessários para a obra, deixando tudo encaminhado para que Salomão a executasse, conforme a vontade do Senhor, tudo conforme Deus o mostrou, incluindo o local, escolhido pelo próprio Deus, o Monte Moriá (2 Crônicas 3:1).

 

O modelo já estabelecido para o Tabernáculo praticamente se manteve nos elementos do Templo de Salomão, seus materiais (ouro, prata, bronze, linho...), suas cores, suas utilidades, a forma de culto... Assim que tudo ficou pronto, a arca da aliança foi trazida, e assim como no Tabernáculo, uma nuvem se pôs sobre o Templo, era a glória de Deus habitando naquele lugar, como forma de aprovação da parte do Senhor. A aliança entre Deus e o povo foi renovada, e novamente foi enfatizado a bênção, em caso de obediência, e maldição, em caso de desobediência da parte do povo (Deuteronômio 28). Se Israel não fosse fiel à aliança, o Templo seria destruído, e o povo disperso, mas, se o povo se arrependesse e orasse, Deus os ouviria e os restauraria (2 Crônicas 7:17-22).

 

Sabemos que após a morte de Salomão a terra foi dividida em dois reinos: Reino de Judá (Sul), cuja capital era Jerusalém, e Reino de Israel (Norte), cuja a capital era Samaria. A Bíblia e a história nos contam que infelizmente cedo o povo se desviou da aliança (2 Reis 17:1-23), como consequência a Palavra de Deus se cumpriu...

 

Em 722 a.C. os Assírios conquistaram Samaria, os levando cativos para as terras dos medos (2 Reis 17:5,6,18), em contra partida, levaram estrangeiros para habitar em Samaria (2 Reis 17:24). Depois Senaqueribe, rei da Assíria invade Judá, mas Ezequias, rei de Judá clama ao Senhor e Ele os livra da mão dos Assírios (2 Reis 18-19).

Em 598 a.C. Nabucodonosor, rei da Babilônia invade o Reino de Judá, o Templo é saqueado e grande parte da população, principalmente a nobreza, os oficiais militares, artífices, incluindo o Rei, acabaram levados cativos para a Babilônia (2 Reis 24:10-14). Após alguns anos Nabucodonosor volta novamente a invadir Jerusalém, desta vez destrói a cidade e seus muros, queima o Templo, mata a família do rei, leva mais cativos e deixa somente os pobres, que com o tempo acabaram fugindo para o Egito por medo de represálias (2 Reis 25:26), deixando a terra praticamente vazia (2 Reis 24:10-16).

Historiadores confirmam que o cativeiro terminou em 538 a.C. no primeiro ano do reinado de Ciro, que emite um decreto e autoriza o retorno dos hebreus para sua terra, permitindo a reconstrução do Templo de Jerusalém (Esdras 5:13; 2 Crônicas 36:22,23).

 

 

O Templo de Zorobabel

Nos livros de Esdras e Neemias encontramos o retorno do cativeiro dos remanescente fieis, dispostos a reconstruírem o Templo e a cidade de Jerusalém, buscando guardar as leis do Senhor, guiados e encorajados principalmente pelos profetas Ageu, Zacarias e Malaquias, e liderados por Zorobabel entre outros.

 

Quando o povo judeu regressa à Jerusalém, a terra já não está mais vazia, lá estão agora os samaritanos, formados a partir da mistura da população local (que restou) com os estrangeiros que passaram a habitar Samaria após a invasão assíria, formando uma raça considerada impura pelos judeus, pois misturaram seus cultos e práticas pagãs as práticas judaicas (2 Reis 17:24-41).

As hostilidades cresciam entre os judeus que regressavam e os samaritanos, de maneira que os samaritanos armaram para impedir a edificação do Templo e conseguiram. A obra foi interrompida durante o reinado de Artaxerxes, rei da Pérsia, e só foi retomada no reinado de Dario (Esdras 4:5,6,12,13,24).

Os judeus incentivados pelos profetas Ageu e Zacarias, enviaram uma carta ao rei Dario pedindo o retorno das obras para reedificação do Templo, conforme a vontade do rei Ciro, assim Dario decreta a retomada da edificação do Templo (Esdras 6:7,11-12) e os judeus finalmente terminam a obra e novamente a aliança entre Deus e o povo foi refeita (Neemias 8).

 

Em 167 a.C. com a proibição da prática do judaísmo pelo decreto de Antíoco IV e com a introdução do culto do Zeus Olímpico no Templo de Jerusalém, muitos judeus que decidem resistir a esta profanação acabam sendo perseguidos e mortos. Antíoco IV Epifânio, chegou a mandar sacrificar uma porca (animal considerado imundo pelos judeus) sobre o altar do Templo, como profanação.

Entre os judeus que permanecem fiéis à Torá, está o sacerdote Matatias, que se recusou a servir em um templo profanado, se exilando com sua família. Matatias acaba convocando os judeus fiéis à Torá à fugirem com seus filhos para as montanhas, iniciando um movimento de resistência contra o domínio estrangeiro, destruindo altares, circuncidando meninos à força e recuperando a Torá das mãos dos gentios. Matatias morre e Judas Macabeu, seu filho, assume a liderança da resistência, dando origem à revolta dos Macabeus. Em 164 a.C., Judas e seus homens conseguem tomar Jerusalém e rededicar o Templo, no que ficaria conhecida como a Festa de Hanuká.


 

O Templo de Herodes

Nos 500 anos desde o retorno, o Templo havia sofrido bastante com o desgaste natural e com os ataques de exércitos inimigos, que sempre tentavam destruí-lo. Herodes, querendo ganhar o apoio dos judeus, propôs ajudar na restauração, para isso ordena uma "remodelação" do Templo judeu com o propósito de agradar a César. Essa "remodelação" foi considerada por muitos como uma profanação do Templo Sagrado dos judeus, já que não se podia mudar a arquitetura do Templo, uma vez que Deus havia dado o modelo a Davi, e ordenou que se seguisse o modelo pré-determinado por Ele.

 

A Bíblia não detalha esse Templo, tudo o que sabemos sobre ele foi escrito por o Flávio Josefo, um historiador judeu. Josefo escreve que Herodes dobrou o tamanho da área do Templo, ampliando as laterais do monte Moriá com grandes muralhas de pedra e nivelando uma área no topo do monte. O Templo dava para o leste, como os anteriores. O monte do Templo era um quadrado de 500 côvados (223 m) de lado e haviam colunatas ao longo deste lado. Havia evidentemente oito portões que davam para a área do Templo: quatro do lado oeste, dois ao sul, e um de cada lado, ao leste e ao norte. 

Neste havia uma área chamada de "Pátio dos Gentios", porque se permitia que os gentios entrassem nele. Foi ali que Jesus expulsou aqueles que tinham feito da casa de seu Pai uma casa de comércio. Passando pelo Pátio dos Gentios, encontrava-se um muro de três côvados (1,30 m) de altura, com aberturas para passagem, gentios não podiam passar por ele. Havia também uma área chamada de "Pátio das Mulheres", a 14 degraus acima, onde as mulheres podiam praticar a adoração. Havia o "Pátio de Israel" e "Pátio dos Sacerdotes", quinze grandes degraus semicirculares conduziam ao Pátio de Israel, ao qual tinham acesso os homens que estivessem cerimonialmente limpos.

A seguir vinha o Pátio dos Sacerdotes, que correspondia ao pátio do Tabernáculo, pois nele havia o altar do sacrifício, feito de pedras não lavradas. Os sacerdotes chegavam ao altar por meio dum plano inclinado. Usava-se também uma “bacia”, provavelmente a pia.

O prédio do Templo, como nos anteriores, consistia basicamente em dois compartimentos, o Santo Lugar e o Santo dos Santos. O piso deste prédio se situava a 12 degraus acima do Pátio dos Sacerdotes. Como no templo de Salomão, construíram-se câmaras nas laterais deste prédio e havia uma câmara superior. A entrada era fechada por portas de ouro, cada qual de 55 côvados (24,5 m) de altura e 16 côvados (7,1 m) de largura. A parte dianteira do prédio era mais larga do que a de trás, tendo asas ou “rebordos” que se estendiam por 20 côvados (8,9 m) de cada lado. O interior do Santo Lugar tinha 40 côvados (17,8 m) de comprimento e 20 côvados de largura, havia o candelabro, a mesa dos pães da proposição e o altar do incenso, todos de ouro.

A entrada do Santo dos Santos era uma grossa cortina, ou véu, lindamente ornamentada. Por ocasião da morte de Jesus, esta cortina se rasgou em duas partes, de alto a baixo, expondo o Santo dos Santos que não tinha mais a arca da aliança. Em lugar da arca havia uma laje de pedra onde o sumo sacerdote aspergia o sangue no Dia da Expiação (Mateus 27:51; Hebreus 6:19; 10:20). Este compartimento tinha 20 côvados de comprimento e 20 de largura.

 

Infelizmente o povo mais uma vez se desvia dos mandamentos do Senhor e como resultado, novamente se cumpre a Palavra do Senhor. No ano 70 d.C. houve a primeira guerra entre romanos e judeus, conhecida como "Grande Revolta Judaica", onde as tropas romanas do general Tito tomaram a cidade de Jerusalém sob o comando do imperador Vespasiano, o Templo foi incendiado e os habitantes mortos ou deportados como escravos mais uma vez. Somente o muro ocidental de sustentação da esplanada do Templo permaneceu de pé, conhecido agora como “Muro das Lamentações”, cumprindo assim as palavras de Jesus de Mateus 24:2 e a profecia de Daniel 9:26.

 

Houve uma segunda revolta, conhecida como "Guerra de Kitos", que se iniciou nos tempos do imperador Trajano, que havia começado uma campanha militar com o objetivo de conquistar a Índia, e para isso mobilizou seu exército, deixando as cidades já conquistadas indefesas. Dada a história de revoltas na província da Judeia, ele tomou uma série de medidas contra os judeus, como proibir o estudo da Torá e a observância do sábado. É claro que tudo isso causou a indignação da população, iniciando assim uma nova onda de ataques. Quando Adriano assume como imperador, faz promessas de permitir a reconstrução do Templo de Jerusalém para acalmar os ânimos, o que traz um breve período de calma para a região, mas sua mudança de posicionamento sob a influência grega e a decisão de fundar uma cidade local romana em Jerusalém levou a retomada dos conflitos, culminando na terceira guerra, a "Revolta de Bar Kokhba". O que se sabe é que ela ocorreu após a viagem do imperador Adriano, pelo Oriente, em que ele deixou claro seu propósito de revitalizar Jerusalém como uma cidade helenística, e sobre o monte do Templo seria erguido um santuário dedicado a Júpiter Capitolino. A revolta se espalhou por toda a província, com os rebeldes fabricando e reunindo armas, e fortificando cidades. Nesse momento surge um jovem líder chamado "Simon Bar Kokhba", reconhecido pelo Rabi Akiva como sendo o "Mashiach" (Messias) davídico, mas registros arqueológicos mostram que Simão exercia controle sobre o povo das aldeias, a exemplo das práticas romanas, oprimindo e extorquindo o povo.

 

Terminada a guerra, a Judeia estava devastada. Dião Cássio descreve-a como "quase um deserto". Centenas de milhares de judeus morreram pela guerra, pela fome ou por doenças. Prisioneiros, judeus abarrotavam os mercados de escravos, os inaptos ao trabalho eram enviados aos circos, para servir de entretenimento a plateias sanguinárias, que apreciavam vê-los ser retalhados pelas lâminas dos gladiadores ou dilacerados pelas presas de animais selvagens. Jerusalém acabou sendo reconstruída de acordo com o projeto do imperador, recebendo o nome de Élia Capitolina, onde os judeus ficaram proibidos de entrar, sob pena de morte, enquanto o nome da província foi mudado de Judeia para Síria Palestina.

 

 

O Templo da discórdia

Nos cinco séculos após a revolta de Bar Kokhba, a cidade permaneceu sob domínio romano, até cair sob domínio bizantino. Durante o século IV, o Imperador romano Constantino I construiu diversas partes católicas romanas em Jerusalém, como a Igreja do Santo Sepulcro, por exemplo. A partir de Constantino até o século VII, os judeus foram novamente proibidos em Jerusalém. Jerusalém trocou de mãos diversas vezes em algumas décadas. Em 638, o Califado islâmico alargou a sua soberania chegando a Jerusalém, e a partir de então Jerusalém passou a ser declarada a terceira cidade mais sagrada do islã, após Meca e Medina. Surge então no local sagrado judeu, o Monte Moriá, um templo muçulmano chamado Domo da Rocha, depois, Mesquita de Al Aqsa.

 

Esse local não era citado pelo Corão em nenhum momento, e por isso não era considerado sagrado para os muçulmanos, até a morte de Maomé. Segundo o Corão, Maomé realizou uma viagem de Meca, para a mesquita "mais distante" (Al Aqsa, em árabe quer dizer "mais longe"), no lombo de uma criatura mítica, metade mula, metade cavalo, onde teria subido aos céus.

É importante atentar para o fato de que o texto sagrado islâmico não explicita onde ficaria exatamente esse "lugar mais distante", e o nome Jerusalém, que costuma aparecer entre colchetes, evidencia que este local foi enxertado depois.

 

Após a dispersão dos judeus pelo mundo pelos romanos, a ascensão do cristianismo romano e a tomada da terra pelos árabes, diversas "guerras santas" foram travadas. Todos queriam a posse da Terra Santa e seus locais sagrados. Com a conquista árabe, os judeus foram autorizados a regressar à cidade. Em 1099, Jerusalém foi conquistada pelos Cruzados, que massacraram a maior parte dos habitantes muçulmanos e os resquícios dos habitantes judeus. Em 1517, Jerusalém caiu sob domínio Turco Otomano, que permaneceu no controle até 1917. Em 1917 após a Batalha de Jerusalém, o exército britânico, liderado por General Edmund Allenby, capturou a cidade.

 

Em 1921, os britânicos fizeram a partilha do território, separando quase 80% para a criação de uma entidade árabe, chamada Transjordânia (futura Jordânia) e 20% restantes, seriam destinados à criação de um futuro lar nacional para o povo judeu, conforme previsto na Declaração Balfour de 1917. E, em 1922, a Liga das Nações (antiga ONU) sob a Conferência de Lausanne confiou ao Reino Unido a administração da Palestina.

 

Quase 2.000 anos se passaram e o povo judeu ainda permanecia longe de sua pátria, vivendo principalmente na Europa e Jerusalém permanecia sem o Templo do Senhor. Em alguns países os judeus foram bem-vindos e desfrutaram de longos períodos de paz, em outros foram considerados intrusos e obrigados a viver cada vez mais isolados. Surge então o antissemitismo racial, onde os líderes europeus, que desejavam estabelecer colônias na África e na Ásia após a independência de suas colônias na América, criaram o argumento de que os brancos eram superiores às demais raças e, portanto, tinham o direito e o dever de ocupar essas regiões, dominando as raças mais “fracas” e “menos civilizadas”.

 

Em 1933, Adolf Hitler subiu ao poder na Alemanha e estabeleceu um regime racista e autoritário. Hitler e outros líderes nazistas viam os judeus como uma “raça” venenosa, inimigos, e insistia na “remoção” dos judeus da Alemanha. Assim inicia-se o período do holocausto (termo tirado da própria Bíblia). Cerca de seis milhões de judeus foram assassinados durante a Segunda Guerra Mundial, no maior genocídio do século XX. Campos de concentração foram criados, e os presos enviados para lá eram submetidos a trabalho escravo até morrerem de exaustão, de fome ou por alguma doença, além de serem submetidos a experimentos científicos e a morte por câmaras de gás, entre outros.

 

O Holocausto chegou ao fim quando os aliados (Estados Unidos, França, Reino Unido e União Soviética) derrotaram a Alemanha, em 1945. Soldados aliados descobriram os campos de extermínio e libertaram os prisioneiros remanescentes. Muitos sobreviventes libertos tiveram medo de retornar para suas casas devido ao anti-semitismo que ainda existia na Europa, além disso a maior parte de suas propriedades haviam sido tomadas, sem ter para onde ir, viver e trabalhar, dezenas de milhares de sobreviventes ficaram desabrigados, tendo que migrar para países do oeste europeu que já haviam sido liberados pelos Aliados.

 

 

Os refugiados decidiram então dedicar-se a re-estabelecer um estado judeu independente no Mandato Britânico na Palestina, conforme lhes foi prometido pela Liga das Nações em 1919. Os judeus que já viviam no Mandato Britânico na Palestina organizaram imigrações “ilegais” por via marítima, também conhecidas como Aliyah Bet para trazer seu povo de volta, mas as autoridades inglesas interceptaram muitos navios e obrigavam os refugiados a retornar.

 

Em 1947 a recém-criada Organização das Nações Unidas (ONU), sob o comando do brasileiro Osvaldo Aranha, votou o Plano para a partição da Palestina, que culminou na criação do Estado de Israel, fato que rendeu a Aranha eternas gratidões dos judeus e sionistas por sua atuação. Muitos afirmam que a criação do Estado Judeu cumpre parte da profecia de Ezequiel 37 (versículo 21).

 

Em 1948, com parte do povo judeu repatriado, é assinada a Declaração de Independência do Estado de Israel. Algumas horas antes do término do mandato britânico sobre a Palestina, logo após inicia-se a primeira guerra árabe-israelense, conhecida como "Guerra da Independência". 

Exércitos árabes (Egito, Síria, Iraque, Jordânia, Líbano e Arábia Saudita) combinados atacaram Israel por três frentes diferentes, ainda sim, a guerra de 1948-1949 foi vencida pelos israelenses, que ampliaram o seu domínio por uma área de 20 mil km² (75% da superfície da Palestina). O território restante foi ocupado pela Jordânia, que anexou a Cisjordânia, e pelo Egito, que ocupou a Faixa de Gaza.

 

Em 1967 uma nova guerra surge, conhecida como "Guerra dos Seis Dias". Com o crescimento das tensões, ambos os lados mobilizam as suas tropas, Israel x Egito, Jordânia e Síria, apoiados pelo Iraque, Kuwait, Arábia Saudita, Argélia e Sudão. Israel ataca primeiro, alegando que o Egito se preparava para fazer guerra contra a sua nação e que o ataque era uma ação preventiva.

Se os países árabes realmente estavam se mobilizando para avançar contra os israelenses ou se suas preparações eram meras medidas defensivas, ainda é assunto de debates e controvérsia até os dias atuais. O fato é que a ação "preventiva" de Israel lhe rendeu grande vantagem. No terceiro dia de luta, todo o Sinai já estava sob o controle de Israel e nas 72 horas seguintes, Israel impôs sua superioridade militar, ocupando também a Cisjordânia, o sector oriental de Jerusalém (ocupada até então pelos jordanianos) e logo em seguida tomaram as Colinas de Golã da Síria. Essas áreas conquistadas pela Guerra dos Seis Dias, são as terras que hoje são chamadas de "territórios ocupados por Israel", na verdade são territórios conquistados por Israel.

A área do Sinai foi devolvida aos egípcios em 1982, mas o destino da Cisjordânia, Gaza, Jerusalém Oriental e as Colinas de Golã continuou "indefinido". Até hoje a disputa pela terra permanece, exatamente como profetizado por Daniel 9:26 e o alvo principal é sempre Jerusalém.

 

 

O Templo do Anticristo

 

Uma grande equipe, chamada "O Instituto do Templo", foi organizada para arrecadar fundos para a construção de todos os itens necessários para a construção do novo Templo, o Instituto existe há 29 anos e o rabino Chaim Richman, diretor do Instituto é o mais forte candidato a assumir a função de sumo sacerdote do Templo. 

O movimento pela reconstrução do Templo já divulgou que terminou a produção de todas as 102 peças do local sagrado. Todos os utensílios necessários já estão prontos, incluindo a arca da aliança que eles alegam "saber onde está escondida", apesar de seu sumiço desde a invasão babilônica. Novos sacerdotes já estão em treinamento constante, até mesmo a novilha vermelha (Números 19:2), voltou a ser produzida em Israel. Veja no vídeo abaixo o processo de produção dos utensílios e as pessoas envolvidas.

 

Instituto do Templo e a construção do Terceiro Templo: 

 

Para o povo de Israel a construção deste Templo está diretamente ligada a vinda do seu tão esperado messias, uma vez que eles não reconhecem Jesus (Yeshua) como sendo o Cristo. Aqui está a operação do erro de 2 Tessalonicenses 2:10-12, pois por negarem e crucificarem seu Senhor, serão conduzidos a crer na mentira. Nós, os que cremos na Bíblia, isto é, velho e novo testamento, sabemos que antes do retorno do nosso Senhor, virá a operação do erro, o falso cristo.

 

Para entender bem o que esse terceiro Templo representa é preciso observar alguns pontos importantes, que nos levam a compreender melhor porque o povo de Israel odeia tanto a pessoa de Jesus, e porque colocarão um enviado de Satanás (2 Tessalonicenses 2:9) no trono que deveria ser do Messias.

 

1) Você sabe quais são os principais livros sagrados judaicos e como eles surgiram?

  • Tanakh - É a "Bíblia Hebraica", equivalente ao que chamamos de Antigo Testamento;

  • Torá - São os cinco primeiros livros do Tanakh, equivalente ao pentateuco;

  • Torá Oral - A tradição judaica rabínica, defende que a Torá foi entregue por Deus à Moisés no Monte Sinai em conjunto com a Torá Oral, essa transmitida de geração a geração através dos sábios (os rabinos);

  • Midrash - Obra rabínica desenvolvida com métodos de homilética (Pregação ou Formação textual) e de exegese (Interpretação critica). Uma maneira de interpretar os textos sagrados "preenchendo lacunas";

  • Talmud - É um registro das discussões rabínicas que pertencem à lei, ética, costumes e história do judaísmo. É um texto central para o judaísmo, composto por Mishná e Guemará;

  • Mishná -  É a primeira redação escrita da Torá Oral, com debates rabínicos datados de 70 a 200 da Era Comum;

  • Guemará - comentários e análises rabínicas da Mishná.

Ou seja, tirando a Tanakh e a Torá, que são divinamente inspirados, todos os demais são literaturas rabínicas, significa dizer que são ensinos de homens, não de Deus.

 

Para a maioria dos judeus hoje, o livro mais importante na teoria é a Torá, mas na prática é o Talmud, que como já dito acima, seriam coleções de tradições que Moisés teria deixado em forma oral, passadas de geração a geração, e posteriormente copiladas. É extremamente importante observar que os Textos Sagrados da Tanakh (o nosso antigo testamento), inspirados por Deus, nos mostram que por diversas vezes o povo de Israel se distanciou dos ensinos do Senhor, ao ponto de não conhecerem mais a Deus e Seus feitos durante gerações, que dirá Seus ensinos (Juízes 2:10; 1 e 2 Reis), então como poderiam esses textos serem fieis aos "ensinos orais originais de Moisés"?

 

Jesus Cristo condenou essas tradições e aqueles que as ensinavam, escribas e fariseus, porque esses ensinos anulam os ensinamentos da Tanakh (Mateus 23; Marcos 7:1-13). Eles não se complementam, eles se contradizem, veja abaixo.

 

 

2) Veja alguns exemplos do que o Talmud ensina:

 

  • Permite que judeus façam o mal (Moed Kattan 17a): "Se um Judeu é influenciado a fazer o mal ele deveria ir a uma cidade onde ele não é conhecido e fazer o mal ali."

  • Estipula pena de morte para quem desobedecer os Rabis (Erubin 21b): "Todo aquele que desobedece os rabis merecem a morte e serão punidos sendo fervidos em excrementos quentes no inferno."

  • Ensina que trapacear não-judeus é permitido (Sanhedrin 57a): "Um judeu não precisa pagar a um gentio ("Cuthean") os salários devidos a ele pelo trabalho."

  • Dá aos judeus status de superioridade (Baba Kamma 37b): "Se um boi de um israelita fere um boi de um cananita não há responsabilidade; mas se um boi de um cananita fere um boi de um israelita...o pagamento deve ser total".

  • Ensina que judeus podem roubar e matar não-judeus (Sanhedrin 57a): "Quando um Judeu mata um gentio ("Cuthean"), não haverá qualquer pena de morte. O que um judeu rouba de um gentio, ele pode guardar."

  • Ensina que crianças não-judias são sub-humanas (Yebamoth 98a): "Todas crianças gentias são animais."; (Abodah Zarah 36b): "Meninas gentias estão em um estado de niddah (imundície) desde o nascimento."

  • Ensina que Adão teve relações sexuais com animais do Jardim do Eden (Yebamoth 63a);

  • Ensina que um Judeu pode fazer sexo com uma criança de menos de nove anos de idade (Sanhedrin 54b);

  • Declara que nenhum rabi pode ir para o inferno (Hagigah 27a);

  • Declara que um rabi debate com Deus e o derrota, e Deus admite que o rabi venceu o debate (Baba Mezia 59b).

 

É possível ver claramente que o Talmud (doutrinas de homens) vai totalmente contra a Tanakh (doutrinas de Deus). Além disso, há um outro "sábio" judeu, que tem a mais elevada importância no judaísmo, chamado Maimônides. Este ensinava, entre outras coisas, que os cristãos deveriam ser exterminados: 

 

"É um mitzvah [dever religioso], porém, erradicar os traidores Judeus, minnim e apikorsim, e a induzi-los ao poço da destruição, posto que eles causam dificuldades aos Judeus e influenciam o povo a se afastar de Deus, como fez Jesus de Nazaré e seus estudantes, e Tzadok, Baithos, e seus estudantes. Pode o nome do mau apodrecer."

 

 

3) Jesus é, não somente citado (quase sempre de forma implícita), como depreciado no Talmud, a exemplo dos fariseus encontrados no Novo Testamento, e esse tipo de ensino é passado de geração a geração entre os judeus:

  • É dito que Jesus e seus discípulos praticaram feitiçaria e magia negra, liderando judeus à idolatria, com o propósito de subverter a adoração judaica (Sanhedrin 43a);

  • É dito que Jesus ensinou bruxaria no Egito e, para executar milagres, usou procedimentos que envolviam cortar sua carne (Shabbos 104b);

  • É dito que Jesus está no inferno, sendo fervido em "excrementos quentes" (Gittin 57a);

  • É dito que Jesus é um o filho bastardo que "descobriu sua cabeça" e foi concebido na sujeira da menstruação de uma mãe adúltera (Kallah 51a);

  • Além de tudo isso, de acordo com o Talmud, Jesus foi executado por uma corte rabínica própria e todas as fontes clássicas judaicas que mencionam essa execução são totalmente felizes em tomar para si a responsabilidade por sua morte.

  • É dito que quem rejeita o Talmud irá para o inferno (Rosh Hashanah 17a): "Cristãos (minnim) e outros que rejeitam o Talmud irão para o inferno e serão punidos lá por todas as gerações."

  • É ordenada a destruição da Bíblia (Shabbath 116a): "Os judeus devem destruir os livros dos cristãos, p.e. o Novo Testamento."

 

Por essas e outras, o judaísmo hoje é considerado a religião dos fariseus, somada a tradições babilônicas (Apocalipse 18:2-4), de onde vem parte do Talmud e a origem da Kabbalah. Diante de tudo isso talvez você possa entender melhor tamanha apostasia e a razão de judeus não suportarem ouvir o nome de Jesus e não enxergarem a mínima conexão entre Cristo e a sua história, apesar de todas as profecias. Por esta mesma razão judeus permanecem até hoje a espera do seu messias, pois abandonaram a verdadeira Palavra de Deus, a Tanakh, assim acabarão enganados pelo falso cristo (Daniel 9:27; 11:31; 12:11; Mateus 24:15-25; 2 Tessalonicenses 2:3,4; Apocalipse 11:1,2) e para ele este novo Templo será construído. Os que crucificaram o verdadeiro Cristo, elegerão o falso cristo como o seu messias (Daniel 9:24-27).

 

Eles mentiram sobre o Messias! - Judeus leem textos proibidos da Tanakh que falam sobre o messias:

 

Há uma minúscula seita judaica que faz considerável esforço para evitar o Talmud e aderir a Tanakh somente, os Karaítas, um grupo que, historicamente, tem sido o mais detestado e severamente perseguido pelo rabinato judaico ortodoxo.

 

O modelo do Novo Templo:

 

Este terceiro Templo não seguirá o modelo Herodiano, segundo eles, este seguirá o modelo da visão de Ezequiel. Na verdade, o desenho que eles aceitam como sendo do Templo Sagrado é aquele que esta descrito no Tratado de Midot do Talmud Babilônico. Mais uma prova de que o Talmud assumiu maior importância do que a Torá.

 

O fato é que qualquer movimento da parte de Israel para a construção do Templo Sagrado já mobiliza as autoridades árabes, palestinas e muçulmanas a se unirem contra Israel, sem falar da ONU que não tem poupado esforços para impedir esse feito, negando inclusive a própria história e todas as provas arqueológicas que ligam o povo judeu ao Monte Moriá. 


A única razão para o terceiro Templo judeu ainda não estar de pé é a localização. Obviamente, ainda não é possível efetuar a reconstrução do Templo sem que seja destruída ou realocada a Mesquita de Al-Aqsa que hoje ocupa o Monte Moriá, como isso dificilmente acontecerá, já se fala até mesmo em dividir o espaço, construindo o Templo judeu ao lado do templo islã, numa espécie de movimento ecumênico. Um novo bezerro de ouro gigante ao lado do Templo do Senhor, como se os muçulmanos fossem infiéis aos seu deus, como os demais aparentam ser.

 

Para os rabinos judeus o "messias" surgirá e resolverá o problema da localização que eles sozinhos não conseguem resolver sem que haja guerra, e sua chegada seria eminente, pois esta é a única peça que falta para a construção começar. Enquanto isso as nações inimigas unem forças para atacar, invadir e destruir Israel por completo, como se pode ver no vídeo iraniano abaixo, divulgado a alguns anos.

 

Vídeo iraniano incita invasão muçulmana a Jerusalém:

 

 

Templo Milenar

 

Já se perguntou por que esse pedacinho de terra chamado Jerusalém é tão disputado? Simples, Jerusalém é o palco principal para os acontecimentos finais, que começarão com a construção do terceiro Templo judeu e o surgimento do anticristo, no que chamamos de "a grande tribulação" e terminarão com o retorno de Jesus, o verdadeiro Cristo, aniquilando o impostor.

 

O Templo descrito por Ezequiel (40-47), ou seja, a Jerusalém celestial onde Cristo reinará (Hebreus 12:22; Apocalipse 21:10) como Rei Supremo (Zacarias 14:9), como justo juiz (Salmos 96:10), para todos os salvos (1 Tessalonicenses 4:16-17; Mateus 25.31-46), para os judeus remanescentes (Isaías 60:10-15; Zacarias 8.20,23; Apocalipse 7:4) virá dos céus.

 

O Espírito Santo será derramado sobre toda carne para habitar, encher e ensinar (Jeremias 31.33-34; Joel 2.28-32; Ezequiel 36.25-31). Notamos que a profecia de Joel será finalmente cumprida literalmente, pois apenas uma parte fora cumprida no Dia de Pentecostes. A obra do Espírito Santo será mais abundante e terá uma manifestação muito maior na era milenar do que em qualquer outra época. Portanto a plenitude do Espírito Santo será comum nesta era (Isaías 32.15; 44.3; Ezequiel 39.29; Joel 2.28-29).

 

"Depois virá o fim, quando tiver entregado o reino a Deus, ao Pai, e quando houver aniquilado todo o império, e toda a potestade e força. Porque convém que reine até que haja posto a todos os inimigos debaixo de seus pés. E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então também o mesmo Filho se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos." 1 Coríntios 15:24,25,28

 

Aleluias! Você está preparado? Ele vem...

 

 

 

Fontes:

https://bible.org/article/o-tabern%C3%A1culo-o-lugar-da-morada-de-deus-%C3%AAxodo-358-3943

http://despertaotuquedormesads.blogspot.com.br/2015/10/terceiro-templo-esperando-o-anticristo.html

http://www.libertar.in/2014/03/onde-sera-o-terceiro-templo-um-ponto.html

http://shalomadonai-mg.blogspot.com.br/2014/12/um-templo-dois-templos-tres-templos.html

https://www.templeinstitute.org/

http://veja.abril.com.br/blog/duvidas-universais/se-jerusalem-e-tao-importante-para-o-islamismo-por-que-nao-e-citada-no-corao/

http://www.jesusnet.org.br/tabernaculo/

http://www.abiblia.org/ver.php?id=6825

https://pt.wikipedia.org/wiki/Primeira_guerra_judaico-romana

http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/6215/conteudo+opera.shtml

https://www.radioislam.org/islam/portugues/judaismo/verdade_talmud.htm

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March 14, 2019