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No que cremos

Somos evangélicos, ou protestantes, ou o povo da cruz, ou o povo da Bíblia, mas acima de tudo, somos cristãos. O blog "A Luz do Evangelho" nasceu...

1. Deus: Cremos em um só Deus, que se manifesta em três pessoas igualmente divinas: Pai, Filho e Espírito Santo...

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TRAIÇÃO

15.01.2014

Só quem já foi traído sabe a dor e os traumas causados por uma traição. Ela dói na alma, destrói famílias, quebra a confiança e abala reputações.

O casamento é uma instituição divina. Deus criou o homem e lhe fez uma companheira, unindo ambos pelo matrimônio. A estes, os casados, Deus presenteou com o prazer do ato sexual. O casamento bíblico é uma aliança entre três: Deus, homem e mulher. O que Deus une o homem não deve separar, muito menos macular (Mateus 19:3-6; Hebreus 13:4).

 

O adultério quebra o pacto, a aliança e a unidade do casamento, porque, segundo Paulo, a relação sexual é que determina a expressão bíblica "uma só carne" ( 1 Coríntios 6:15-17). O adultério fere essa unidade, nas três pessoas envolvidas, marido, mulher e Deus, já que o pecado nos separa de Deus (Isaías 59:2) e a dureza gerada em nosso coração é tamanha que até mesmo Moisés abriu uma exceção e permitiu o divórcio nesse caso (Mateus 19:8,9). Jesus, porém em contrapartida, reafirma que Deus não se agrada do divórcio (Marcos 10:2-9 e Malaquias 2:16), e a recomendação bíblica é agir sempre com sabedoria.

Efésios 5:31 diz:

“Por este motivo, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua esposa, e os dois se tornarão uma só carne.”

 

Mateus 19:6 diz:

"Sendo assim, eles já não são dois, mas sim uma só carne. E, portanto, o que Deus uniu, não o separe o ser humano”.

 

Quando você trai seu cônjuge, você também está traindo o Senhor, pois está desobedecendo o 7º mandamento - Não Adulterarás (Êxodo 20:14), quebrando uma aliança assumida pelo casal diante de Deus e da sociedade, por isso o adultério compromete a honra e a reputação de qualquer pessoa que o comete, além de destruir a harmonia do lar e desestabilizar completamente a família, muitas vezes de forma irreparável.

O sétimo mandamento diz claramente que não devemos cometer adultério (Êxodo 20:14) e essa ordem se repete em Deuteronômio 5:18 para que não haja dúvida.

Hebreus 13:4 diz:
"Digno de honra seja o casamento entre todas as testemunhas, bem como a pureza do leito conjugal; porquanto, Deus julgará os imorais e adúlteros."

 

Malaquias 2:15 diz:
"Ora, não foi o SENHOR que fez deles um só? Eles lhe pertencem em corpo e espírito. E por que um só? Porque ele desejava uma descendência santa e abençoada! Portanto, cuidai atentamente de vós mesmos: Ninguém seja infiel para com a sua esposa, a mulher da sua mocidade."

O conceito de traição significa basicamente: deslealdade, violação da verdade, perda da confiança, que produz conflitos morais e psicológicos. A traição é sempre a mais covarde e egoísta das escolhas, pois por um momento de prazer, ou para se obter alguma vantagem, se causa uma dor extremamente complexa, que quebra no interior daquele que foi traído os alicerces sobre o qual foi construída a relação, por essa mesma razão é tão difícil perdoar e seguir em frente.

Jesus, conhecendo a natureza humana, muito sabiamente disse: “Vigiem e orem para que não caiam em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca....” Mateus 26:41

É comum as pessoas apontarem o dedo para o traidor e o acusarem de mau caráter, mas a verdade é que todos nós estamos sujeitos a cair em tentação, pois ainda que nós não venhamos a consumar o ato em si, ou ainda que não sejamos descobertos, se apenas olharmos e pensamos de maneira leviana, já pecamos (Mateus 5:27,28), e assim, todos nós já cometemos adultério. É bem verdade que entre o pensar e a consumação do ato em si existe uma grande caminhada, e por isso a traição é sim uma questão de escolha. Quando você escolhe conter seu olhar, seus pensamentos e ações, você escolhe obedecer a vontade do Senhor.

 

Como em qualquer outro pecado, a única solução é o arrependimento e a confissão, além é claro, de suportar as consequências, pois elas certamente virão. Não será fácil e certamente será bastante doloroso, mas é necessário. Se tivemos coragem para pecar, precisaremos de mais coragem ainda para reparar o erro. Um casamento que sobrevive ao adultério pode não ser mais o mesmo de antes, pois terá suas marcas, mas será, com certeza, uma demonstração viva do poder restaurador de Deus, podendo se tornar até melhor.

Em João 8:11 Jesus disse à mulher adúltera: "...vá e não peques mais"

 

1 Coríntios 13:6,7 diz:

"O amor não se alegra com a injustiça, pois sua felicidade está na verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta."

Aos traídos a recomendação é o perdão. Jesus foi traído, ele sabe a sua dor, e ainda sim a ordem é perdoar. Salmos 42:7 nos mostra que um pecado chama outro pecado, e para quebrar essa corrente você precisa perdoar, do contrário, a raiz de amargura instalada em seu coração te consumirá e você afundará junto com esse barco. O perdão trará libertação não somente ao seu coração, mas também à aquele que cometeu a traição e ambos estarão prontos para serem restaurados pelo Senhor, para a glória de Deus.

 

Enquanto o mundo grita pelo divórcio a qualquer custo, Deus clama pelo perdão e restauração daquilo que ele planejou para sua vida. Confie em Deus, Ele sabe o que é melhor para nós. Perdoe!

 

 

E você, já traiu? Já foi traído (a)? Já foi restaurado pelo Senhor após uma traição? Conseguiu perdoar? Deixe seu testemunho nos comentários e ajude outras pessoas a encontrar o poder restaurador do Senhor. Compartilhe esse estudo com alguém que pode estar passando por uma situação assim.

 

 

A graça e paz do Senhor seja conosco, amém!

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